Reunião com os representantes dos Laboratórios Participantes no CBAC


Dr. Francisco Edison Pacifici Guimarães, Superintendente do PNCQ, apresentou dados e informou sobre resultados, estatísticas e os novos avanços do PNCQ em relação aos seus programas na reunião do Programa Nacional de Controle de Qualidade – PNCQ com os representantes dos Laboratórios Clínicos e Bancos de Sangue Participantes. O encontro foi realizado no dia 20 de junho, durante o 45° Congresso Brasileiro de Análises Clínicas – CBAC.

Atualmente, o PNCQ atende 5.111 laboratórios de Análises Clínicas, 44 de Citopatologia, 16 de Biologia Molecular, 92 Hemocentros e Bancos de Sangue e 19 de Toxicologia e Medicina do Trabalho. São fornecidas amostras para 90 programas; em 2017, foram produzidas 1 milhão e 129 mil amostras.

Segundo Dr. José Abol Corrêa, Superintendente do PNCQ, “o principal desafio é participar de um controle de qualidade voltado para a segurança do paciente. Esse é o foco fundamental do controle de qualidade: oferecer laudos compatíveis e reais para que o médico possa fazer o tratamento do paciente sem prejudicá-lo”.

Segundo Dr. Abol, o controle de qualidade não tem a função de ensinar o laboratório a fazer o serviço, ele apenas detecta um possível erro ou não-conformidade, o que hoje já pode ser facilmente minimizado pelos avanços tecnológicos da área nos últimos anos. “Quando iniciamos a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas – SBAC há mais de 50 anos, a maior parte dos testes era manual, e dependia muito do conhecimento dos profissionais. Hoje nós temos tecnologia automatizada com o desenvolvimento da informática, gerando redução da quantidade de erros”, observou. Porém, ainda existem muitos laboratórios que não fazem controle de qualidade, o que pode impactar na segurança dos diagnósticos entregues ao paciente.

A prática de vendas de testes rápidos em farmácias também foi debatida durante o encontro. Os representantes de laboratórios reclamaram da alta exigência que enfrentam para manter suas empresas funcionando enquanto nas farmácias não haverá, em princípio, nenhum tipo de avaliação desses produtos. “Nós somos obrigados a cumprir uma série de medidas para emitir um laudo. Eles não vão precisar fazer controle de qualidade? A identificação do erro é o que permite que o laboratório se aperfeiçoe”, ponderou Dr. Abol.

Ao final da reunião, foram sorteados entre os participantes um smartphone, um tablet e cinco inscrições para o CBAC 2019 – que acontecerá na cidade de Belo Horizonte/MG. 


 

Dr. José Araújo, do laboratório de Análises Clínicas Lacan, de Camaragibe/PE ganhou um smartphone.

Dra. Alzira Aquino, do laboratório Unilab, ganhou um tablet.

Ganhadores de inscrições para o CBAC 2019:

Dr. Marcelo Doff Sotta, do Laboratório Doff, Castro/PR.

Dra. Luciana Kelly de Rezende do Laboratório São Lucas, Araxá/MG.

Dra. Maria Elva Ruilowa do Laboratório Catedral, da Bolívia.

Dra. Elia Ramirez do laboratório Cenetrop, da Bolívia.

Dra. Ivone Frankel do Laboratório Frankel, Rio de Janeiro/RJ.

 



Publicado em: 17/7/2018

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